Cada peça começa por ser barro — da terra desta planície específica, carregada de silêncio e de luz oblíqua. Passa pelas mãos do oleiro, que lhe dá forma no torno mas nunca lhe tira a voz própria. Depois, o vidrado: não é cor escolhida num catálogo, é mineral encontrado na paisagem — o xisto que aflora nos barrancos, a esteva que perfuma o monte, o sal que cristaliza nas salinas do Sado. Quando a peça sai do forno, já tem uma história antes de ter um dono. O que acontece depois — quando vai para a mesa de alguém, quando guarda um caldo ou recebe um pão — é a parte que mais nos interessa. Fazemos loiça para ser usada. Para envelhecer bem. Para ser passada em frente.
— feito à mão, no Alentejo






Feito para ser usado, não para ser guardado.
Cada peça é diferente da anterior. É assim que deve ser.
Inspirado nas pedras partidas dos barrancos. Cinzento profundo com veios que parecem fissuras de argila seca.
A cor da terra depois da chuva de outubro. Castanho quente que varia de peça para peça com a temperatura do forno.
Verde musgo extraído da cinza da planta. Seco na superfície, profundo quando a luz incide de lado.
Quase branco, com cristalizações visíveis onde o vidrado queimou mais. O mais neutro — e o mais difícil de acertar.
Trabalhamos com restaurantes e espaços que procuram mais do que loiça — procuram uma extensão da sua própria identidade. As séries podem ser ajustadas em formato, vidrado e dimensão para responder à proposta gastronómica de cada casa.
Encomendas a partir de 20 peças. Entrega em Portugal e Espanha. Trabalhamos com tempo — não com pressa.
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Envio para toda a Europa. Embalagem com materiais reciclados, cada peça protegida individualmente. Entrega em 5 a 8 dias úteis.
comprar online →Lisboa — Chiado Porto — Cedofeita Madrid — Malasaña
Disponibilidade variável — cada lote esgota quando acaba.
Évora, Alentejo. Visitas ao atelier mediante marcação prévia — escrevam-nos. Gostamos de receber pessoas curiosas.
olá@barrosal.pt